Sua origem está ligadas a um antigo reservatório de água na região
Por: Marcos Henrique De MeloFonte: Redação
18/02/2026 às 15h56
O bairro do Tanque, tem suas origens ligadas a um antigo reservatório de água (um minadouro que virou açude) e à estação ferroviária da Estrada de Ferro Bragantina, desativada em 1967. Inicialmente uma área rural marcada pela colônia japonesa e pelo turismo nos anos 90, como a famosa Carpalândia, hoje o bairro evoluiu para uma área urbana residencial em constante regularização
Principais Aspectos da História do Bairro Tanque
Origem do Nome: O nome deriva de um grande tanque de água, formado por um minadouro, que era utilizado pela população para banhos e lavagem de roupas até 1932.
A Estrada de Ferro: O bairro desenvolveu-se em torno do açude que abastecia as locomotivas da Estrada de Ferro Bragantina, que funcionou até 1967, tornando-se uma área de parada.
Influência Nipônica: O bairro foi um importante reduto da colônia japonesa, destacando-se pela Carpalândia, atração turística famosa nos anos 90 que contava com Jardim Japonês e cerejeiras, além da presença de mestres artesãos como Shugo Izumi (cerâmica) e Osamu Hidaka (bonsai).
Evolução Urbana e Regularização: A partir dos anos 80, o local passou por ocupação espontânea. Hoje, é um bairro residencial consolidado, passando por processos de regularização fundiária pela Prefeitura, beneficiando milhares de moradores com infraestrutura.
Localização: Fica a cerca de 7 km a 10 km do centro de Atibaia, com acesso principal pela Estrada Velha Bragantina/Rodovia Fernão Dias.
Atualmente, o Tanque equilibra suas características rurais com o crescimento urbano, sendo valorizado pela tranquilidade e pela proximidade com a natureza, além de contar com serviços locais e comércios.
O Bairro do Tanque está a 7km do Centro de Atibaia, sentido Bragança Paulista. Tem sua origem na existência de um grande lago ou tanque que acabou dando nome ao bairro e depois ao açude que reservava água para abastecer o trem da Estrada de Ferro Bragantina, que parava na Estação existente no no local e que foi desativada em 1967. Nesta região ficam os japoneses Shugo Izumi, ceramista que produz vasos e pratos de argila moldados a mão; e o mestre Osamu Hidaka, especialista no cultivo do bonsai.
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